Posts Tagged ‘USA’

Inception

Já faz umas três semanas que assisti ao filme. Não é meu estilo. Achei legal, mas não gosto de filme que faz a gente sair com mais perguntas do que respostas. Quer dizer, adoro filmes que me provocam perguntas existenciais; mas não gosto das perguntas práticas. Como aconteceu isso? O que ele tá falando? Se alguém entendeu tudo nesse filme merece um prêmio. É a mesma sensação que eu tive quando assisti aos 3 ou 4 capítulos do Lost: fiquei mais perdida do que achada…Parei de ver, mas segui pessoas que viram até o fim e que não tiveram nenhuma resposta para as inúmeras perguntas que apareceram durante a série. Isso me irrita. O filme não me irritou tanto, afinal tem uma estória, tá certo que sem começo/meio/fim tradicionais, mas é uma estória. E tem o Leonardo di Caprio, de quem eu gosto. E a Marion Cotillard, linda, linda. Mas tem simbolismo prá cá e prá lá, e o meu cérebro perguntando “como?” de 5 em 5 minutos. Exaustivo e nada prazeiroso.

Tags: ,

25

08 2010

Eu e Miami

Toda cidade tem múltiplas personalidades. Tem a São Paulo da vida noturna, totalmente desconhecida por mim. Tem a São Paulo dos cinemas, livrarias, escolas, restaurantes – essa eu conheço. Tem a São Paulo das pessoas que pegam duas horas de ônibus prá chegar em um emprego miserável. Essa eu tenho a sorte de não ter vivido. Toda cidade aceita vários tipos de vidas e ocupações.

Miami é assim também. Sei que muita gente implica, que é o playground das elites horrorosas da América Latina. Que é superficial e que as pessoas vêm prá cá prá ir em shoppings e night clubs e na praia. E esse lado existe. Mas essa não é nem de longe a minha Miami. Conheço a cidade faz quase 30 anos. A coisa que mais me impressionou quando vim pela primeira vez foi a luz. Aqui tem uma luz maravilhosa. A cidade é totalmente plana. Mas plana mesmo, não tem nem uma colininha. E quase não tem prédios. Então o céu é imenso, escandalosamente azul, e produz essa luz deliciosa.

Mas deixa eu esclarecer: quando falo da minha Miami, é a cidade ao sul de “downtown”. É onde quase não tem turistas. São os bairros residenciais: Coral Gables, Coconut Grove, Pinecrest, Kendall e outros. Porque o que se conhece como Miami é uma faixa que vai de Miami Beach e Aventura ao norte até o começo dos Keys no sul. Mas isso é na verdade uma série de cidades coladas umas nas outras. Seguindo do norte pro sul, North Miami Beach, Miami Beach e Aventura tem uma personalidade. South Beach é outro bicho completamente. Aí vem downtown e a Brickell Avenue, onde tem um monte de prédios, com escritórios e alguns de moradia. Aí vêm a minha parte. Sem contar que pro sudoeste tem toda uma região com pequenos sítios, onde se plantam as mais diversas frutas. Pro oeste tem os Everglades, um parque nacional maravilhoso, feito de pântanos, com um ecosistema riquíssimo. Pro leste, o mar. Pro norte, tem Fort Lauderdale, Delray, e vai indo até chegar no estado da Georgia. Pro sul, os Keys, uma faixa de ilhas ligadas por pontes que divide o Oceano Atlântico e o Caribe. O último key é Key West, que fica a 90 milhas ( menos de 150 Km) de Cuba.

Então eu moro em uma cidade de tamanho médio, onde o trânsito flui, e raramente  se demora mais que 30 minutos prá chegar em algum lugar. Uma cidade com índice de violência quase nulo. Uma cidade que é – e já estive em muitas cidades pelo mundo afora – a cidade mais verde, cheia de árvores e jardins que já vi. Excelentes supermercados, boas livrarias, infraestrutura mais do que decente. E com uma das coisas que mais gosto em uma cidade: a população é variada. Tem um monte de cubano, é verdade. Mas também nicaraguenses, colombianos, franceses, mexicanos e assim por diante. Nada faz uma cidade mais interessante do que isso. Minhas netas já tiveram amigas inglesas, filipinas, chinesas e assim por diante. Isso não tem preço.

É uma cidade prá todo mundo? Não. Mas nenhuma o é. Conheço gente que não suporta Nova York. Ou Paris. Mas adora Geneva. Ou Berlin. Ou Atibaia. Odeia São Paulo, mas adora Porto Alegre.

Eu sou altamente adaptável. Tem várias cidades no mundo nas quais eu me instalaria alegremente. Miami é uma delas. E com a vantagem de ser extremamente bem localizada geograficamente: em Miami me sinto no meio do mundo. Fácil de ir pro Brasil e prá Europa. Prá todos os EUA. México e Caribe. Vou começar a postar fotos dessa minha Miami, prá mostrar como ela é.

Tags: , ,

12

08 2010

Lebron

Às vezes tento comprar entrada prá ir ver um jogo de basquete aqui. Nunca tenho coragem, porque são caríssimas. E nós não somos tão interessados assim no assunto prá valer o investimento. Fui uma vez, faz anos, ver o Miami Heat jogar contra o Chicago Bulls, ainda quando o Michael Jordan jogava. O que mais me lembro desse jogo é como a careca do Michael Jordan brilhava, parecia que tinha sido encerada… Agora as entradas vão ficar ainda mais caras; o jogador mais disputado do basquete hoje em dia decidiu vir pro Miami Heat. O nome dele é Lebron James e ele jogava nos Cleveland Cavaliers, que não é um time entre os mais famosos (Lakers, Bulls, Heat, Knicks). Os críticos de esporte tão xingando ele prá burro, porque dizem que ele escoheu o caminho fácil – vindo pro Heat ele certamente vai ganhar um campeonato. O treinador é legendário (Pat Riley) e tem Dwyane Wade e Chris Bosh, dois super jogadores, já no time. Acham que ele deveria ter ficado em Cleveland e ajudado o time de lá a melhorar, deveria ter mostrado lealdade. Ou deveria ter ido pro New York Knicks, um time que raramente ganha mas que tem uma torcida incrível e potencial prá ser campeão. A escolha pelo Heat foi, segundo eles, uma escolha pelo pouco esforço. Um dos críticos chegou a dizer que é um desperdício, porque aqui em Miami não tem nem torcida, porque todo mundo tá muito ocupado com o tempo bom o ano inteiro e não tem interesse por torcer. Não entendo nada de basquete, então não tenho opinião formada sobre o assunto. Mas posso dizer que aqui em Miami o pessoal ficou bem contente. Mesmo com tempo bom o ano todo, pros miamenses o Heat é uma unanimidade.

Tags: ,

09

07 2010

Quadro a quadro do ídolo americano, a final

Se você tá assistindo American Idol aí no Brasil, spoiler alert! Vou contar quem ganhou.

Os dois primeiros convidados que cantaram no American Idol me deixaram um pouco confusa: será que esse programa é dirigido à minha geração? Alice Cooper com School’s Out Forever e os Bee Gees com How Big is Your Love. Estranhei. Mas aí acabou a moleza: veio a Cristina Aguilera, que esqueçou de por calças, e berrou uma música. Aí veio um cara que nunca vi, meio idoso, cantando uma coisa meio blues. Um outro também que não sei quem é, com um pop esquecível. Alanis Morrisette foi a próxima. Até agora tudo – a não ser os Bee Gees, é claro, que me levaram imediatamente prá 1978 – foi meio chato. Vamos daqui prá frente.

Agora a Carrie Underwood, com um pop meio country. Pop ainda vai, afinal o pop cresceu comigo, mas country, deus me livre, sai prá lá. Fui a Nashville, fui no Grand Ole Opry, no Country Music Museum, foi muito divertido, mas deu.

Merchandising da Ford.

Agora aquele cara que quase morreu faz umas 3 semanas, que é um rockeiro que tava fazendo o programa do Trump e teve um peripaque diabético. Esse cara não devia estar de repouso!?! Sei lá. Aqui o povo aproveita até má notícia prá aparecer. Se ele não tivesse quase morrido não estaria no American Idol, porque não é artista A…e quem participa do programa do Trump é tudo artista em decadência ou quem quer aparecer (isso não é a mesma coisa?).

Nossa, voltou prá minha geração. Chicago! Essa turma deve tá tudo de bengala e com problema de pressão. O cara não tem mais voz nenhuma, que horror. “If you leave me now, you take away the biggest part of me….uhuhhuh…baby please don’t go”. Cadê a voz, meu amigo? Continuam pop cafoninha. Por isso que é bom ser instrumentista, não acaba…toca até morrer. Mas cantar não dá. E o povo não sabe quando parar.

Agora é um povo cantando uma coisa que acho deve estar fazendo um sucesso imenso, “Pants on the Ground”. Definitivamente não é prá minha geração. Aqueles caras com as calças no meio da bunda, com metade da dita cuja aparecendo. Ih, caíram as calças! Que absurdo. Se é humor, não entendo. Se não é, pior ainda.

O programa todo teve homenagens ao Simon Cowell, que tá saindo do programa. E não é que agora me aparece a Paula Abdul? Com um vestidinho rosa mais que choque. Falando um monte de bobagem. E como sempre, ela parece estar mais do que levemente bêbada…ou drogada. Vai ver que ela é só boba mesmo.

O que será que esse Simon vai fazer agora? Tá muito mais rico do que quando começou, pode fazer o quiser. Ih, todos os que ganharam tão cantando prá ele. E um monte de finalistas dos outros anos…um monte de gente. Cantando uma músiquinha cafoninha. O Simon tá indo pro palco com cara de quem comeu e não gostou. E vai ter que falar. Ele tem o corte de cabelo mais feio da tv. Tá falando. Burro ele não é, só grosseiro.

Bom, falta 20 minutos prá acabar e ainda não falaram nada de quem ganhou. Eu tô torcendo prá Crystal Bowersox, mas acho que vai ganhar o outro. Como no ano passado; o que ficou em 2˚ lugar era muito melhor do que ganhou. Mas ele era “diferente”, gay mesmo, com umas escolhas mais originais, incrivelmente talentoso e assustou a americanada. Ganhou um carinha mais do que sem graça. Tô achando que isso vai se repetir. O menino de olhos azuis e cara de bonzinho vai ganhar da menina com cara de que gosta de puxar um fuminho e com drealocks. Mas ela é melhor que ele.  Vamos ver.

Agora tão cantando os 12 finalistas, porque os produtores tem que mostrar como vai ser o show do tour que eles vão fazer pelos EUA agora no verão.

Olha a Janet Jackson! Tá bem, cabelo bem curtinho, uma roupa feia, mas pelo menos não berra que nem a Cristina Aguilera. Odeio essa mania americana de cantora que grita; tem a Whitney Houston (ou tinha…) e a Celine Dion (deus me livre, não desejo mal a ninguém, mas essa Celine Dion, ninguém merece).

Ela vai dançar. É a mesma coisa faz décadas…E eu já não gostava antes. Tô muito crítica, será? Mas fazer o quê, eles põe essa coisa datada na tv. A Madonna pelo menos muda toda hora. Não que eu goste dela, acho uma porcaria.

Os finalistas, os dois, cantando “With a Little Help from my Friends”, versão Joe Cocker. Que acabou de aparecer! Nossa mãe. A voz dele piorou mas tá ali, ainda. Muito cool. Ele combina demais com a Crystal. Os dois finalistas não acreditam que tão ali, cantando com o Joe Cocker.

Falta 10 minutos prá terminar. É agora que vão anunciar?

Não falei que ele ia ganhar? Ela é diferente demais pro americano médio…E também quem vota no American Idol é menina adolescente, e claro vão votar no menino de olhinhos azuis. Mas acho que ela vai ter uma carreira melhor que ele. Não que ele seja ruim, mas ela é bem melhor.

Tags: , ,

26

05 2010

Miscelânea

- Jantar ontem no River Oyster. Comi ostras, é claro. Estavam deliciosas, e esqueci de anotar que tipo eram. Depois comi paella e, de sobremesa, panna cota com molho de berries. Ótimo. Jantei com meus tios Rubens e Inês, dos quais gosto muito.

- Tô fazendo doce de banana. Sempre faço quando as bananas ficam naquela fronteira entre madura e hora de jogar no lixo. Faço com canela e mel. Não sei o que é melhor, o cheiro do doce cozinhando ou o gosto depois. Com queijo, é claro.

- Essa semana passou tão rápido. O tempo é uma coisa estranha; conforme a gente fica mais velho ele passa mais e mais depressa. E muitas vezes ele passa devagar no varejo e rápido no atacado: os minutos e as horas se arrastam e os dias e semanas passam correndo.

- Não tô gostando nada dessa conversa de Law & Order acabar. Vejo a anos, semanalmente, sou fã de carterinha. Porque terminar? Prá por uma bobagem de reality show no lugar?

- Quando você sabe que passou a linha entre jovem e velho? Quando vai na University of Miami, vê as meninas de shortinhos, havaianas e camisetas e pensa “se eu fosse o professor não deixaria assistir aula na minha classe assim”. Não só pensei isso, como falei prá várias pessoas e continuo pensando assim. Custa por uma saia ou umas calças? Falta de respeito com o professor, com o assunto ensinado e com a universidade. Assistir aula com a mesma roupa que você fica em casa rolando no sofá e vendo tv não funciona. Da mesma forma que acho que a gente deve fazer um esforço prá ir no teatro ou a um restaurante. Não precisa se empetecar; mas shorts (prá homens e mulheres), camiseta sem mangas (prá homem), havaianas (pros dois) não dá. Esse povo foi educado por quem? Cresceu numa caverna? Meu genro é professor na UM. Ele não deixa assistirem aula de pijama – sim, alunos vão de calças de pijamas e camiseta normal!!!- e não deixa meninas usando cuecas samba canção como shorts. É o mínimo. Como essas pessoas vão enfrentar o mundo? Vão pedir emprego de havaianas? Vão pedir empréstimo no banco prá começar um negócio de shorts? Vão numa conferência de pijamas? Êta mundo grande sem porteira. Prá mim quem permite que andem assim tá atrapalhando a vida deles; se os pais não conseguiram ensinar a universidade tem que preencher esse vazio educacional….

Tags: , ,

14

05 2010

Faxina

Fazendo faxina: passando aspirador, limpando banheiro, etc. Prá acompanhar, um presente singelo da natureza: ondas de calor – os calores – hot flashes da pré menopausa…Delícia. Ainda bem que, em 1902, Willis Haviland Carrier inventou o ar condicionado moderno na cidade de Buffalo, estado de Nova York. Eu sei que em termos de aquecimento global, economia de energia e bom senso o uso do ar condicionado é horrível. Mas sem ele não dá. Por mim Mr. Carrier teria estátuas em praças públicas no mundo todo.

Olha aí ele com a invenção:

Lindos, os dois.

05

05 2010

Treme

Treme é a nova série da HBO que começou aqui nos EUA. Eu tô gostando muito. É sobre New Orleans; começa três meses depois do Furacão Katrina, quando a cidade estava um caos e abandonada pelo governo.

O John Goodman faz um professor universitário revoltadíssimo com o tratamento dado pelo governo ( e por todo mundo) à cidade dele.

Wendell Pierce faz um músico que tenta sobreviver em uma cidade que ele adora e que está praticamente fechada.

Steve Zahn é um músico e dj de rádio que só que a cidade dele de volta.

Khandi Alexander é a dona de um bar que não quer deixar a cidade, apesar do marido e dos filhos estarem instalados em Baton Rouge.

Clarke Peters volta de Houston contra a vontade dos filhos prá ficar acampado em um bar que nem é dele. Luta com a seguradora prá tentar receber o seguro da sua casa que foi destruída.

Melissa Leo é advogada, casada com o John Goodman. Passa os primeiros capítulos procurando o irmão da dona de bar, que tava preso quando o furacão chegou e agora está desaparecido.

Kim Dickens é dona de um restaurante que tenta sobreviver sem os turistas e com grande parte da população da cidade no exílio (Atlanta, Houston, Baton Rouge, etc.).

O que aconteceu em New Orleans foi uma vergonha pro país mais rico do mundo. New Orleans é uma cidade com uma cultura única e uma personalidade fortíssima. Se tem um lugar que merecia ser salvo é esse.

Treme (pronuncia-se Tchremei) é um bairro da cidade com raízes antigas na tradição musical de New Orleans. Um bairro nada nobre, mas muito característico.

Tags: ,

04

05 2010

TV

Eu tô totalmente viciada na temporada 7 do Project Runway. Não sei se passa na TV no Brasil. Eu já vi outras temporadas, não todas. É viciante. Dessa vez eu gravei todos os capítulos e tô vendo uns 2 por noite. Ou 3. Vício é vício. É uma coisa tão longe da minha vida, essa coisa de costurar e desfiles e modelos. Mas é divertido pacas, pelo menos prá assistir.

Outra coisa que tô assistindo é “Clatterford”, uma série inglesa engraçada, da BBC, escrita pela Jennifer Saunders, a morena do Absolutely Fabulous. É sobre um grupo de mulheres que mora em uma pequena cidade no interior da Inglaterra. Tem excelentes atrizes e os personagens são ótimos. É uma série que teve 3 temporadas, todas curtas, 3 horas cada uma.

Esperando ansiosamente a inauguração de outro canal de culinária, agora em junho. Parece que vai ser mais moderninho que a Food Network, com chefs moços e tatuados…Vai chamar Cooking Channel. Ôba.

Tags: ,

30

04 2010

Só falta mulher morta…

Tem uma expressão em inglês que é “everything but the kitchen sink”. É comparável com “só faltava uma mulher morta”, que a gente usa em relação a uma bolsa ou gaveta ou armário que tenha muita coisa. Só que a em inglês é um pouco mais abrangente, serve também prá um livro com detalhes demais, ou prá uma pessoa muito empetecada. Tudo isso prá falar de um assunto que prá mim é seríssimo: sorvetes. Sou uma sorvete maníaca. Meu nome é Clarissa e eu sou uma sorvetoólatra. E o pior é que moro num lugar que tem sorvetes deliciosos em qualquer supermercado. Haagen Dazs, Ben & Jerry, Talenti – todos deliciosos.

Tem um sorvete da Ben & Jerry que chama exatamente “Everything but…”.

É uma mistura de vários sorvetes. É uma delícia: numa colherada vem chocolate, noutra caramelo, na próxima um pedaço de Resee’s Pieces (chocolate + manteiga de amendoim), amêndoas, chocolate branco, enfim, só falta uma mulher morta…E tudo isso envolto por sorvete de chocolate e baunilha. Mas o meu preferido deles parou de ser fabricado em 2002. Chamava-se Chubby Hubby (em português “marido gorducho”).

Uma base de sorvete de baunilha com um toque de malte, com faixas de caramelo de chocolate e de manteiga de amendoin, e bolachinhas pretzel recheadas com a mesma mistura de caramelo mais manteiga de amendoim. Era absolutamente divino. Quanta saudades.

Tags: ,

06

04 2010

Saint Patrick’s Day

Ontem foi Saint Patrick’s Day – dia de São Patrício – que é o santo “oficial” da Irlanda. Conta a estória que ele expulsou todas as cobras da Irlanda. Ele viveu no século 4; foi capturado na Inglaterra por irlandeses e escravizado por 6 anos. Escapou, entrou prá igreja e voltou prá Irlanda como missionário. O dia dele é celebrado na Irlanda e onde houver irlandeses. Então é claro que aqui nos EUA é comemoradíssimo. Ainda mais que a comemoração se resume basicamente a duas coisas: usar alguma roupa verde e beber até cair. Em Nova York tem parada e é junto com Halloween a noite mais animada da cidade. É claro que hoje em dia todo mundo entra na farra, não só os descendentes de irlandeses. Eles até fazem camisetas e colares escritos “Irlandês por um dia”, assim todo mundo pode encher a cara. Como se as pessoas precisassem de uma desculpa prá isso! Mas pelo menos nesse dia é descarado, sem vergonha mesmo.

Em Chicago jogam colorante no Chicago River!

Bebe-se cerveja verde.

O símbolo é o trevo e o “leprechaun”, uma espécie de gnomo.

Tags: ,

18

03 2010