iPad
Experimentando postar pelo iPad. Vamos ver se funciona.
Ih, funcionou!!!
Experimentando postar pelo iPad. Vamos ver se funciona.
Ih, funcionou!!!
Olha o que eu comprei:
Um iPad.
Esses são os ícones da primeira página.
De pertinho. Facebook, prá saber da vida alheia, WordPress, prá blogar (ainda não sei usar no iPad), iBooks, porque é o futuro, Pandora, que é rádio e eu adoro rádio, Backgrounds, porque tem backgrounds lindos, Converter, porque vivo em dois mundos com medidas diferentes.
Esse é o WeatherHD, de metereologia – as nuvens andam no iPad!
Essa é a interface do iBook. Eu sou da turma que vai de livro de papel até não poder mais. Mas tô me preparando pro futuro.
A diferença de tamanho entre o iPhone e o iPad.
Legal. Mostra bem a ilusão feita pela mídia…quanta mulher sofre pelo mundo porque não tá com a pele da Madonna, sem rugas, etc. Ela, além de ter feito plásticas e usar botox e afins, ainda tem a vantagem do Photoshop. Nós, pobres mortais, não temos. Apesar que não faço plástica, tenho medo de cirurgia, de sentir dor e de ficar torta (posso mudar de idéia no futuro, sei lá); não uso botox porque acho que fica sem expressão e dói. Preenchimentos nem morta, dói prá burro. Deu prá notar que não gosto de sentir dor? E que minha aversão pela mesma é bem maior que minha vaidade?
Fazendo faxina: passando aspirador, limpando banheiro, etc. Prá acompanhar, um presente singelo da natureza: ondas de calor – os calores – hot flashes da pré menopausa…Delícia. Ainda bem que, em 1902, Willis Haviland Carrier inventou o ar condicionado moderno na cidade de Buffalo, estado de Nova York. Eu sei que em termos de aquecimento global, economia de energia e bom senso o uso do ar condicionado é horrível. Mas sem ele não dá. Por mim Mr. Carrier teria estátuas em praças públicas no mundo todo.
Olha aí ele com a invenção:
Lindos, os dois.
Tô com problemas com o wordpress e não consigo post fotos. Vou resolver o mais rápido possível e espero que isso seja logo…
Da série “O que falta inventar”.
1. A Apple acabou de anunciar que lança hoje MacBook Pros mais rápidos e com baterias que duram mais. O modelo que eu uso está 50% mais rápido. Agora, o meu computador tá ótimo (bate na madeira, pé de pato, mangalô, três vezes). Mas fica aquela vontadezinha de trocar. Odeio me sentir escrava do marketing de qualquer empresa. Meu filho Pedro é uma edição melhorada: só troca as coisas quando não funcionam mais. Ele não é escravo do marketing de ninguém. Às vezes ele exagera; tem dois pares de sapato. Parece que agora tá com três. Tem camisetas de 10 anos atrás. O IPod dele acho que é primeira geração. Ele é, como se fala em inglês, “frugal”. Não é pão duro, nem econômico. Gosta de ir a bons restaurantes e compra queijos, chocolates e outras coisinhas deliciosas de primeira categoria. A câmera de fotos é a melhor. O computador é topo de linha. Mas não entra na conversa de ninguém do que ele deveria ter ou usar. Segue a própria cabeça. Sorte minha. Não só porque assim gasta menos, mas porque demonstra ser inteligente – mais do que a mãe, certamente.
2. Eu sou louca por carboidratos. São o meu fraco. Adoro pães. Não pão vagabundo; sou muito fresca prá pães. Tem que ser bom. Pão integral com gosto, não aquele que parece serragem. Multi-grãos com grãos que a gente vê. “Sourdough”, que é o pão italiano em São Paulo, com sabor forte.
Sou louca por pasta. Qualquer tipo, quase que qualquer molho. Podia comer todos os dias. Pode ter coisa melhor que lasagna? Ou pappardelle a bolonhesa? Ou fetuccini ao funghi? É simplesmente delicioso.
E arroz? Branco, claro. Com feijão, com ovo frito, com cassoulet, é uma quantidade de combinações sem fim. Sei desse meu pecado, convivo com ele diariamente, e como boa judia cheia de culpa me xingo diariamente também. Aí leio hoje mulheres que comem mais comidas ricas em carboidratos tem a probabilidade duas vezes maior de desenvolverem doenças cardíacas do que aquelas que não comem menos dessas comidas. E é claro que o estudo que chegou a essa brilhante conclusão também diz que homens não têm o mesmo risco. Não é que eu não soubesse disso; tô velha de saber. Mas porquê? Porquê? Porquê não descobrem que giló faz mal? Ou quiabo? Antigamente se dizia que o preço da liberdade é a eterna vigilância (frase de autoria desconhecida, por sinal), mas hoje pode-se dizer que o preço da sobrevivência e da saúde é a eterna e diária vigilância…
Acho que todo mundo já viu isso, mas eu não tinha visto e achei bem legal. É o tráfego aéreo mundial em 24 horas.
Sou Mac total; toda a família é. Quando temos que usar um PC é só xingamento. Nessa briga acho que não tem meia escolha…ou se é um ou se é o outro. Cada lado vê vantagens em sua opção. Acho que, como muita coisa na vida, é uma questão de costume.