Posts Tagged ‘health’

Devotion

Acabei de ler esse livro. É um livro de memórias de uma escritora que cresceu com um pai judeu bem religioso (que ela adora e que morre cedo) e uma mãe não religiosa e bem difícil. Depois de ter um filho quase aos 40 anos e esse menino passar por uma doença séria nos primeiros anos de vida ela começa a procurar alguma coisa prá acreditar. Quer saber no que acredita, o que é importante. Acaba se inclinando por práticas budistas, como meditação, e voltando um pouco à tradição judaica, nesse caso mais pela família do pai, de quem ela gosta e que é religiosa. O centro do livro, mais do que uma procura no que acreditar, me pareceu uma história do trauma da doença do filho e da recuperação totalmente inesperada e rara do menino. Um susto desses pode levar uma vida inteira prá ser assimilado, e eu acho que isso é o que aconteceu com ela. É bom o livro, nada excepcional, mas interessante.

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03

05 2010

De cabeça prá baixo

Informação do Nick Kristoff: tem mais gente no mundo que tem telefone celular do que tem gente com acesso à privadas limpas.

13

04 2010

Dois assuntos

1. A Apple acabou de anunciar que lança hoje MacBook Pros mais rápidos e com baterias que duram mais. O modelo que eu uso está 50% mais rápido. Agora, o meu computador tá ótimo (bate na madeira, pé de pato, mangalô, três vezes). Mas fica aquela vontadezinha de trocar. Odeio me sentir escrava do marketing de qualquer empresa. Meu filho Pedro é uma edição melhorada: só troca as coisas quando não funcionam mais. Ele não é escravo do marketing de ninguém. Às vezes ele exagera; tem dois pares de sapato. Parece que agora tá com três. Tem camisetas de 10 anos atrás. O IPod dele acho que é primeira geração. Ele é, como se fala em inglês, “frugal”. Não é pão duro, nem econômico. Gosta de ir a bons restaurantes e compra queijos, chocolates e outras coisinhas deliciosas de primeira categoria. A câmera de fotos é a melhor. O computador é topo de linha. Mas não entra na conversa de ninguém do que ele deveria ter ou usar. Segue a própria cabeça. Sorte minha. Não só porque assim gasta menos, mas porque demonstra ser inteligente – mais do que a mãe, certamente.

2. Eu sou louca por carboidratos. São o meu fraco. Adoro pães. Não pão vagabundo; sou muito fresca prá pães. Tem que ser bom. Pão integral com gosto, não aquele que parece serragem. Multi-grãos com grãos que a gente vê. “Sourdough”, que é o pão italiano em São Paulo, com sabor forte.

Sou louca por pasta. Qualquer tipo, quase que qualquer molho. Podia comer todos os dias. Pode ter coisa melhor que lasagna? Ou pappardelle a bolonhesa? Ou fetuccini ao funghi? É simplesmente delicioso.

E arroz? Branco, claro. Com feijão, com ovo frito, com cassoulet, é uma quantidade de combinações sem fim. Sei desse meu pecado, convivo com ele diariamente, e como boa judia cheia de culpa me xingo diariamente também. Aí leio hoje mulheres que comem mais comidas ricas em carboidratos tem a probabilidade duas vezes maior de desenvolverem doenças cardíacas do que aquelas que não comem menos dessas comidas. E é claro que o estudo que chegou a essa brilhante conclusão também diz que homens não têm o mesmo risco. Não é que eu não soubesse disso; tô velha de saber. Mas porquê? Porquê? Porquê não descobrem que giló faz mal? Ou quiabo? Antigamente se dizia que o preço da liberdade é a eterna vigilância (frase de autoria desconhecida, por sinal), mas hoje pode-se dizer que o preço da sobrevivência e da saúde é a eterna e diária vigilância…

13

04 2010

Jamie

O Jamie Oliver não é um chef excelente ou inovador, como o Mario Batali. Ele é um cara apaixonado por comida e um excelente professor. Esse livro dele que comprei é ótimo.

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29

03 2010

Hormônios

Os hormônios me atacam. Nós, seres humanos, somos regidos por eles. Homens ou mulheres, somos comandados por nossos hormônios. Mas não se fala quase nisso, não sei porque. Só quando se fala – baixinho, escondido, quase que com vergonha – de menopausa é que se fala de hormônios. Pois se metade da população mundial passa pela menopausa, porque esse segredo? São coisas que não compreendo. Mulher pelada, mostrando até a alma, pode. Mas falar de hormônios não? Quanto mais vivo menos entendo.

Mulheres são regidas por eles a vida toda, mais escancaradamente que os homens. Puberdade, menstruação e seus interminávies ciclos, gravidez, pós gravidez, menopausa: é uma força dentro de nós que parece o monstro do Alien…

Eu tirei a tireóide (aliás, me foi tirada – foi um cirurgião que cometeu o tireóidecídio). Era um cancêr bôbo, sem drama, mas mesmo assim um cancêr. Comecei a tomar um remédio que substitui a produção da tireóide. Mas isso é falso; ela produz um monte de coisas que afetam uma grande quantidade de orgãos e funções do nosso corpo. A função principal dela é produzir T3, T4 e calcitonina. O remédio que eu tomo substitui apenas o T4. Então tenho altos e baixos, cansaço e falta de energia, indigestões, etc. Tenho que viver com isso. Não posso reclamar: entre as doenças crônicas que andam por aí essa é uma belezura.

Mas agora, nesses últimos dois anos, estou entrando com toda a força na menopausa (faça de conta que estou sussurrando, tá bom?). Aí somam as duas coisas e os meus hormônios estão prá lá de doidos, me deixando mais do que prá lá de mais do que doida. Às vezes nem eu me aguento. E prá isso não tem solução. Mas como tudo na vida, isso também vai passar. E o monstro do Alien vai sossegar…

25

03 2010

Cancêr

Acabei de ler um longo artigo sobre prevenção de cancêr. Só fazendo isso já aumenta significativamente a chance de não ter cancêr:

Parar de fumar (é o óbvio, mas diminui de 25% a 30% os casos da doença)

Melhorar a dieta (não comer ou comer pouca carne de vaca, por exemplo)

Beber pouco álcool (o álcool é ligado a várias formas de cancêr)

Tomar pouco sol, usar protetor solar

Reduzir a exposição a químicos

Reduzir a exposição a radiação

18

03 2010

Enfermeira

Hoje tô de enfermeira…A Pita teve que passar por uma operaçãozinha. Os pontos internos de quando ela foi castrada, faz uns 5 anos, estavam querendo sair! Isso provocou uma infecção. Então o veterinário teve que abrir e tirar sei lá o quê de lá de dentro da pobrezinha. E ainda teve que limpar os dentes e as orelhas. Vim prá casa com uma sacola de remédios e umas trezentas instruções. Falei prá moça que já tive vários cachorros e vários filhos, não vou ter problemas na enfermagem. Estou aqui, olhando prá ela, que finalmente conseguiu dormir.

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16

03 2010

Tô perdida, mais uma vez…

“A exposição prolongada ao sol é particularmente perigosa durante a infância e a adolescência. Anos de pesquisa mostram claramente uma forte relação entre o número de episódios de queimaduras de sol antes dos 15 anos e o subsequente desenvolvimento de melanoma maligno anos mais tarde”.

(Samuel Epstein, Presidente, Cancer Prevention Coalition)

09

03 2010

TED e Jamie Oliver

Eu adoro os TED Talks. TED (Technology, Entertainment, Design) é uma fundação americana sem fins lucrativos. Ela se dedica ao que chama de “idéias que valem ser espalhadas”. Os Talks são palestras, disponíveis na internet no site deles. Todas duram 18 minutos.

Os assuntos abrangem quase todos os aspectos da ciência e da cultura. São palestras interessantíssimas.

Desde 2005 eles dão 3 prêmios TED, de US$100,000. Os ganhadores são ajudados a realizarem um desejo que mude o mundo. Mas começando esse ano decidiram escolher um só ganhador, prá maximizar os esforços em realizar o desejo do ganhador. Quem ajuda a concretização desse desejo? A comunidade TED: todos que fizeram as palestras (de Bill Clinton a Richard Dawkins, artistas, cientistas, etc.) e as escutaram ao vivo nas TED Conferences. É uma poderosa rede de pessoas poderosas.

O ganhador esse ano foi o Jamie Oliver, chef inglês que tem como missão educar as pessoas – e principalmente as crianças – a comerem saudavelmente. Nada de fast food ou comida industrializada; cozinhar em casa, comer comidas orgânicas, aprender a importância da alimentação na saúde de cada um. É uma missão vital hoje em dia. Achei muito bem escolhido.

Dá prá ver a palestra dele aqui:

Jamie Oliver na TED

18

02 2010

SP, aqui vou eu

Indo prá SP hoje. A partir de amanhã, posts paulistanos…não sei quantos, porque a internet no Pacaembu é lenta demais. Às vezes perco a paciência. E também tô indo por causa de uma situação triste e estressante na família: sogra muito doente. Vou tentar postar bastante, ficar antenada com o que tá acontecendo no Brasil brasileiro: ver um pouco de novela, ler jornal, olhar a rua, ir na padaria, etc. Mas o assunto que mais vou lidar é doença, fim de vida, médico e enfermeiras.

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27

01 2010