Rio, Luz, Cama: Trivial
Não sei se os estádios, pistas e afins estarão prontos prás Olimpíadas no Rio. Não sei se todo mundo não vai ser assaltado. Não sei se vai ter papel higiênico nos banheiros públicos. Não sei se a segurança vai abarcar de ladrão de galinha até terrorista. Não sei se o trânsito vai aguentar. Mas sei que as cerimônias de abertura e de encerramento vão ser uma belezura.
A melhor coisa é um telefone que não toca. A pior coisa é um telefone que não toca.
Gostei mais da cerimônia de encerramento do que da de abertura – das Olimpíadas de Londres, é claro. Muita música, algumas chatas (Annie Lennox, por exemplo), algumas estranhas (“I am the Walrus” com o Russel Brand; o que é estranho não é a música, mas escolha do cantor) e outras ótimas (Queen, Jennie J, etc.). Foi divertida.
Falhei. Meus filhos, todos adultos, não apagam a luz. E olha que não foi por falta de “apaga a luz”, “não sou dona da Light”, “não esquece a luz”- frases repetidas até a exaustão por décadas lá em casa. E o exemplo foi bom, porque eu apago a luz e o marido também. Não sei o que aconteceu. Eles não apagam a luz. Ai ai ai.
Tenho ido tanto na academia que até quem não me conhece já me cumprimenta.
Quando apago a luz e deito na minha cama, com as cobertas até o nariz, escuro absoluto, silêncio total, falo prá ela “hello, darling”. Todas as noites digo isso prá minha cama. Quando acordo, o quarto claro, penso “vou ficar aqui o dia todo, escondida”. Depois de 30 segundos sei que isso não ia funcionar e levanto. É assim.