Archive for January, 2011

Ai ai ai Paris!

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01 2011

Estilosas

O que eu mais gosto é que além de cheias de estilo elas estão totalmente confortáveis. Roupa sem conforto é burrice.

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29

01 2011

Lindo

Que pessoa linda. O nome dele é Narayanan Krishnan.

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01 2011

Variadas mesmo

Então, fecharam a internet no Egito. Seríssimo precedente. Isso que é ditadura: 3 dias de protestos, internet kaput, exército na rua. O pior é que a alternativa da ditadura pode ser um governo fundamentalista islâmico. O que é pior? Prá nós, ocidentais e não egípcios, o govêrno fundamentalista é pior. Mas pro povo egípcio não sei. De qualquer forma os dois tipos são ditaduras. Não acredito que vá vencer um regime democrático em qualquer país do Oriente Médio. A população egípcia é grande, 80 milhões. Quantos querem mudar o govêrno? Quantos vivem em pobreza? Quantos apoiam um islamismo extremo? Não sei. Mas vou pesquisar.

Mudando radicalmente de assunto: na maioria dos dias me visto rápidinho, coloco a primeira coisa que escolho e pronto. Mas tem assim uns 2% de dias nos quais me embatuco e nada do que ponho dá certo. Ponho, tiro, troco e não me satisfaço.

Assistindo a quinta temporada da série inglesa “Waking the Dead”. É tão boa, daquelas que fico apegada aos personagens.

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28

01 2011

The Elephanta Suite

Acabei de ler esse, do Paul Theroux. Sempre acho que ele é um escritor subestimado. Gosto dos livros dele. Esse é muito bom. São tres contos longos, o que em inglês se chama uma “novella”. Se passam na Índia e um até tem um call center na estória…

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27

01 2011

Continuação da viagem à Ásia

Hoje acordei, e ainda nada de internet/cabo. Liguei de novo -ai meu saquinho…- e depois de uns 10 minutos consegui falar com uma moça muito simpática…nas Filipinas! Nada como ser internacional. Ela me garantiu que o problema estava sendo consertado. Uma meia hora depois apareceu aqui o técnico de fora da casa, também uma simpatia. Checou na caixa externa aqui da casa e falou que precisava ir na caixa central da vizinhança. O que eu já sabia – ver post anterior. Mas não adianta eu ligar e falar “olha, manda alguém prá ver a caixa ali na Edgewater Road, tem um problema”. Essa rua fica a duas quadras da minha casa e ali fica a caixa central. Eles tem que seguir lá o que manda o script deles. Então o rapaz foi na caixa e cinco minutos depois já tava de volta, tudo consertado. Ou seja, 24 horas prá consertar um problema que eu sabia qual era e não havia nada, nadinha que eu pudesse fazer. Ai mundo complicado.

27

01 2011

Por Fora, total…

Tô sem internet desde de manhã. E sem tv a cabo, porque é tudo junto. Nāo tem sinal vindo prá minha casa. Assim que notei liguei prá minha provedora, a AT&T. Dez minutos falando com uma máquina, e aí uma espera ouvindo música e coisas sobre a AT&T que nāo tem a menor utilidade. A seguir um contato em segundo grau com a Índia; sim, o call center é lá. Nāo tenho nada contra a Índia, muito pelo contrário, é um dos meus lugares preferidos. Mas é difícil falar sobre coisas daqui com alguém do outro lado do mundo, numa cultura diferente. Bom, os técnicos só podiam vir entre 4 e 9 da noite. Ok. Eles chegaram às 6. Notaram que o problema era fora da casa, o que eu já sabia (mas entendo que eles tenham um protocolo a seguir…). Eles fizeram o pedido prá um técnico de fora. Tô aqui esperando o dito cujo. Mas como sou burra velha, como tá demorando, tô aqui pendurada de novo no telefone com a AT&T prá saber se realmente tem um pedido prá um técnico externo. E meu amigo indiano agora da noite nāo me esclareceu quase nada. Tem um pedido, mas quando, como, aonde ele nāo sabe. Hoje, amanhā, mes que vem, sei lá. Me lembro quando o problema era só mexer na antena da tv…que simplicidade! Saudades, meu bem, saudades.

26

01 2011

Charlie

Então, me sento prá ler sobre os reinos dos hasmoneus e dos nabateus nos séculos antes da conquista romana e a Charlie fica nessa posição. Acho que as tentações são a caneta e o lápis, que ficam passando prá cá e prá lá, em um movimento contínuo de escrever e sublinhar. Não foi fácil ela entender que não são brinquedo.

E a cara dela agora? É assim:

Dentes prá fora. típico de buldogues. Mas não consigo olhar prá cara dela e ficar séria. É engraçado, essa dentadura meio torta. E quando ela dorme a língua escapa prá fora da boca e fica ali, pendurada. Um bom meio centímetro. Como digo toda hora, um buldogue é mais divertido que o circo…

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25

01 2011

Fontes!

Prá quem, como eu, adora letras, alfabetos e fontes:

The Alphabet from n9ve on Vimeo.

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01 2011

Estilosa

De todos as roupas das atrizes nos Golden Globes, os vestidos que brilhavam, os com saia rodada, os decotados, a roupa que mais gostei foi essa, simples, diferente. A Tilda Swinton é o auge do estilo.

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01 2011