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Obra

E continuamos no mundo da construção civil.

Começaram a pintar de branco! Aleluia! Sabe como chama esse branco? “Bleached Linen”, Linho Branqueado. É uma dificuldade escolher branco; tem uma imensa quantidade de brancos diferentes. No meu bairro tem que ter alvará prá pintar a casa por fora, e eles só permitem algumas cores. Se a pessoa quer ousar um pouco mais tem que ir perante a “Board of Architects” do bairro, um tipo de conselho de arquitetos. Eles podem aceitar ou não. Me parece que mais negam do que deixam…Mas se você escolhe uma cor de uma lista já preparada por eles o alvará é dado no momento do pedido. Como eu quero pintar de branco mesmo tive que achar um branco que eu gostasse e que estivesse na lista. Essa lista tem só tintas de 4 marcas, duas grandes e duas que nem conheço (devem ser de familiares de políticos, ou você acha que só no Brasil é que tem safado?). Então primeiro escolhi o branco que vai dentro da casa, porque vou ficar olhando prá ele o dia todo e preciso gostar muito dele. Aí fui em busca de um prá fora, porque a marca do “Bleached Linen” não tá na lista da prefeitura. Depois de olhar uma baciada de brancos encontrei o “Marshmallow”, que é quase igual ao de dentro. Que luta. Mas tá resolvido.

Portas novas. As antigas eram prá lá de vagabundas. Essas vão ser envernizadas com um tom parecido com o chão de madeira.

Porta da rouparia.

Chão da lavanderia. Essa lajota custou a bagatela de 90 dólares. Não cada uma, todo o chão. Às vezes, sem querer, escolho uma coisa baratinha.

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03

09 2010

Original

23

08 2010

Vai indo

E a obra vai indo, como obras sempre vão…

Nessa parede tinha uma porta inútil. Fechei. Aí vai a minha cama. Ah, e esse verde vai embora. Miami combina com branco. E em vez de carpete piso de madeira.

O encanador teve que trocar todo o ralo; tava mais que podre. E todos os canos.

Abri uma porta prá lavanderia saindo da minha sala. Antes tinha que ir pela garagem. Aliás, antes a lavanderia era na garagem. Eu transformei o quarto de enpregada numa lavanderia. Aqui tem muita gente, mesmo em casas imensas, que tem as máquinas de lavar e secar na garagem. Não entendo. Primeiro, garagem não tem ar condicionado e aqui, no verão, isso signifiga garagens com temperaturas a mais de 40 graus. Depois, quando a gente passa a roupa molhada prá secadora às vezes cai uma peça no chão (comigo isso sempre acontece…). E chão de garagem é sujo. Não entendo. Ah, esse chão rosa também vai embora: piso de madeira na casa toda. Cerejeira.

Ar condicionado novo. A casa tinha uma máquina só, e como ela é térrea e espalhada isso faz com que a máquina de AC funcione a mais do que sua capacidade, gastando mais energia. Agora deixamos a máquina antiga prá sala e cozinha e a nova pros quartos. Ar-condicionado: ruim pro planeta, bom prá mim.

20

08 2010

I’m in love!

É a Pelican Chair, desenhada pelo arquiteto dinamarquês Finn Juhl. Custa aqui nos States de 4 a 5 mil dólares.

06

08 2010

Oh Lord…

A biblioteca do Lord Byron, no palazzo dele em Pisa.

03

08 2010

Obra, segundo capítulo: a destruição.

E a obra continua…

O banheiro dos hóspedes lindamente demolido.

Olha como a construção aqui é diferente do que no Brasil.

Esse é a rouparia no corredor, ainda sem fundo, e atrás o closet do Adolpho e a porta do banheiro.

A garagem, cheia de eletrodomésticos e azulejos e afins.

30

07 2010

Seja você mesmo

Adoro gente que faz coisas diferentes, trata a vida com imensa individualidade.

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22

07 2010

Lindo

22

07 2010

Tem mosquito?

20

07 2010

Roxo…

12

07 2010