Archive for the ‘Mac’Category

Computador

Assim era o meu primeiro Mac, em 1995 (não era esse aí da foto, o meu já tá sei lá onde faz muito tempo, mas era igual). Não dava prá fazer quase nada, internet começando. Eu usava o programa de escrever, não me lembro qual era, se já era Word. Eu jogava Tetris, até que fiquei tão viciada que quando deitava na cama de noite fechava os olhos e só via aquelas pecinhas caindo, caindo…Tive que jogar fora o jogo, apagar total do computador, senão eu ia parar no hospício. Depois li que não é incomum essa loucura por Tetris, mas mesmo assim é um vício e tanto. Tinha acabado de ser lançada uma livraria online, e todo mundo falava que não ia dar certo, imagina comprar livro sem ver. Me registrei logo, e ainda tenho na Amazon a mesma senha desde essa época. Cliente fidélissima. Um pouco depois comprei uma tela gigantesca, pesava toneladas, lembra como pesavam antes de serem estreitas? Eu não conseguia carregar o bicho sozinha! Hoje em dia não tenho mais computador desktop, faz anos que tenho só notebook. O meu notebook hoje em dia pesa menos que o teclado do computador da foto. E nem se fala em termos de velocidade, capacidade de armazenamento, e muito mais. Vida sem computador pessoal? Não imagino. Tudo isso é uma revolução que a gente não consegue ainda julgar; vamos ter que esperar um pouco de tempo passar. Mas eu acho que é igual ou maior do que a invenção da prensa tipográfica do nosso amigo Gutenberg. Não tem basicamente um setor ou parte da vida que não tenha sido atingido pela revolução tecnológica.

07

10 2011

Steve

Só sou mais uma a dizer: obrigada, Steve Jobs. Sou sua fã declarada, total, de carterinha mesmo. Aprendi a mexer em computador em um Mac lá nos idos de 1995. Por um tempo, quando trabalhava como tradutora, tive que usar PC. Não chega aos pés dos Macs. Complicado, feio, não intuitivo. Vivo cercada de produtos da Apple hoje em dia: notebook MacBook Pro, iPad e iPhone. Uso o dia todo, tô sempre com um deles do lado. Uso como relógio, prá ouvir música, prá ouvir rádio, prá pesquisar as mil dúvidas e perguntas que aparecem durante o dia (de História à receitas culinárias). São a minha agenda. Minha memória. Minha máquina fotográfica pelo menos em 75% das fotos que tiro. Só me separo deles quando tô dormindo. Então o Steve Jobs, que prá mim é a face da Apple, tá aqui comigo o dia todo. Obrigada mesmo, Steve Jobs. Na imprensa americana li desde ele ser o maior artista de sua época até homens barbudos que choraram a ler a notícia da sua saída da Apple. Viva Steve. (na foto acima, esse post sendo escrito no meu MacBook Pro).

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25

08 2011

Para quem pensa em comprar um IPad

29

03 2010

PC X MAC

Sou Mac total; toda a família é. Quando temos que usar um PC é só xingamento. Nessa briga acho que não tem meia escolha…ou se é um ou se é o outro. Cada lado vê vantagens em sua opção. Acho que, como muita coisa na vida, é uma questão de costume.

19

03 2010

MACs

I bought my first Mac in 1995. My older son used a Mac already and that led us to escape the PCs. At that time the Internet was a shadow of what it is today; but my Amazon account is from 95 (and still going strong)! What I remember most about computers in 95 was Tetris. I got badly addicted to it. I would go to bed, close my eyes and see the little squares falling. I had to throw it away, because it was really a question of survival.
In 1998 I began working as a translator. For the next 5 years I spent literally thousands of hours in front of a computer. I had to migrate to PCs, because at that time documents from Macs were incompatible with PCs, and everybody and their aunts had PCs. So I bought a HP Pavillion. It was good and it lasted for 3 years. After that I bought a Dell desktop and a Sony Vaio notebook. They lasted until after I stopped translating. In 2005 I went back happily to Macs. I had a Mac Mini desktop in São Paulo and a MacBook for the US and for traveling. When the ceiling of my studio felt in São Paulo last year the desktop monitor was destroyed. I gave the Mac Mini away and now I only use the notebook – upgraded to a MacBook Pro.
I’m really attached to Apple products. Actually, my whole family is. I believe that between us we have at least 12 Macs. And lots of IPods. And IPhones. We all use IPhones. I have a very strong bond with my IPhone. I use it as a phone, to send messages, to write supermarket lists or any kind of list, to check the weather, as a calendar/agenda. I use GoogleMaps, subway maps, and a very smart application called Evernote (documents shared between the computer and the IPhone). Sometimes I use it as a camera. As a calculator, as a world clock, and of course, to consult the Internet when I’m not at home. It’s freaking amazing the amount of things we can do with such a small device. How can anyone not get attached to such a marvel? When you’re travelling means that you are never going to get lost again. And if you are late means you are able to call and re-shedule or just tell them you’ll be there in 5 minutes. It’s much less stressfull than to be sitting in the car, in traffic, getting nervous.
And to be able to carry thousands of songs in a device the size of a matchbox…It’s unbelievable. We get used to things so fast and we don’t stop to think and marvel at them.
When I woke up to the world it was the early 60‘s; the telephone in my house was a black and heavy object, made from bakelite, that failed to work many times and was connected to the wall by a thick black cable. To listen to music meant to have a turntable, inside an enourmous wooden console. And you had to have a collection of long plays that had to be treated very carefully because they broke easily.
The rest, if existed and was acessible, was available through books, maps, encyclopedias, etc.
It’s a kind of progress that was – at least for me -

Eu comprei meu primeiro Mac em 1995. Meu filho mais velho já usava um Mac e isso nos levou a escapar dos PCs. Naquela época a Internet era uma sombra do que é hoje; mas a minha conta na Amazon é de 1995 (e ainda funcionando bravamente)! O que eu mais lembro de computador nessa época é do Tetris. Eu fiquei muito viciada. Quando ia prá cama e fechava os olhos via aqueles quadradinhos caindo. Tive que jogar o jogo fora, era realmente uma questão de sobrevivência.
Em 1998 comecei a trabalhar como tradutora. Pelos próximos 5 anos passei literalmente milhares de horas na frente de um computador. Tive que migrar para PC, porque na época os documentos produzidos pelo Mac eram incompatíveis com os PCs e todo mundo tinha PCs. Então comprei um HP Pavillion. Era bom e durou 3 anos. Depois disso comprei um Dell e um notebook Sony Vaio. Eles duraram até depois de eu parar de traduzir, em 2003. Em 2005 voltei contente da vida para os Macs. Eu tinha um Mac Mini em São Paulo e um MacBook para os EUA e para viajar. Quando o teto do meu atelier caiu em São Paulo o monitor do Mac Mini foi totalmente destruído. Dei o Mac Mini e agora uso só o notebook – com upgrade para um MacBook Pro.
Eu sou muito apegada aos produtos da Apple. Na verdade toda minha família o é. Acho que entre nós temos mais de 12 Macs. E um monte de IPods. E IPhones. Todos nós usamos IPhones. Eu tenho uma ligação muito forte com o meu. Uso como telefone, para mandar torpedos, para escrever listas de supermercado e todo tipo de lista, prá ver a previsão do tempo, e como agenda. Uso o GoogleMaps, mapas de metrô e uma aplicação muito legal que se chama Evernote (documentos compartilhados entre o computador e o IPhone). Às vezes uso como câmera. Como calculadora, relógio com horários de vários lugares, e é claro, prá consultar a Internet quando não estou em casa. É totalmente incrível a quantidade de coisas que se pode fazer com uma coisinha tão pequena. Como não ficar apegada a uma maravilha dessas? Quando a gente viaja significa que nunca mais a gente vai se perder. E se a gente tá atrasada significa que dá prá ligar, remarcar ou avisar que vai chegar daqui a 5 minutos. É bem menos estressante do que sentar no carro, no trânsito, ficando nervosa.
E poder ter milhares de músicas (ou canções, como diz Caetano) em um aparelhinho do tamanho de uma caixa de fósforos…É inacreditável. A gente se acostuma muito rápido às coisas e não pára prá pensar e se maravilhar com elas.
Quando eu acordei pro mundo era o começo dos anos 60; o telefone da minha casa era um objeto preto e pesado, feito de bakelite, que não funcionava muitas vezes e era conectado à parede por um cabo preto grosso. Ouvir música significava ter uma vitrola, dentro de um imenso móvel de madeira. E ter uma coleção de longplays, que tinham que ser tratados com muito cuidado porque quebravam com faciidade.
As outras coisas, se existiam e tinham alguma acessibilidade, era através de livros, mapas, enciclopédias, etc.

My first MAC…
Meu primeiro MAC…

Turntable and long play

Vitrola e long play

The telephone whan I was born

O telefone quando nasci

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17

09 2009