Archive for the ‘Movies’Category

The Croods

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O melhor filme do ano. Sem sombra de dúvida. Fazia tempo que eu não ria tanto em um filme. Excelente.

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04 2013

Só uma!

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Só vou post essa foto do Oscar, porque é a melhor.

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03 2013

Oscar, é claro!

Eu achei esse carinha que apresentou o Oscar uma porcaria. Sem graça, sem charme, sem carisma. Não sei quem teve a idéia de colocar ele ali, mas foi uma péssima idéia. Outra coisa: eu assisto o Oscar faz decádas e adoro. Mas porque a terra dos musicais da Broadway, de Hollywood, de grandes escritores, etc etc etc não consegue fazer um show com um mínimo de coerência? Nunca conseguiram. É um mistério prá mim. É sempre uma coisa bagunçada, altos e baixos, sem nexo. Ontem por exemplo: como alguém tem a brilhante idéia de colocar a Norah Jones, cantora-compositora excelente mas com pouca presença de palco depois da Shirley Bassey, da Adele e da Barbra Streisand, que são feras no palco? A pobre da Norah foi um desastre. Tivesse ela sido a primeira a coisa teria sido diferente. Falando nisso, Adele arrasou, não? Barbra também, aos 70 anos! Ainda canta horrores. Momento musical preferido, é óbvio: o elenco dos Miserábles cantando. Não vejo o hora do filme sair no iTunes prá eu comprar e assistir até quebrar alguma coisa (não sei o que quebraria, porque sei lá como funciona esse treco todo que eu uso: AppleTv, iTunes, etc.).

Achei tantos vestidos lindos que nem vou colocar aqui. Mas um passo acima de todas estava a Charlize Theron. O que é aquilo, meus sais! Ela parece uma estátua, uma deusa, sei lá, vai ser bonita assim lá longe (que aliás é onde ela está mesmo, pois escrevo aqui da minha casa). No quesito estranha, a menina vampira, Kristen Stewart; tem definitivamente alguma coisa de errado com ela. Cara de quem comeu e não gostou, não, cara de não ter gostado de nada que comeu desde que nasceu. Ela trabalha na indústria do entretenimento, custa fazer um esforço? É travada, blasé, parece inconfortável; acho que deviam mandar ela passar um ano trabalhando de voluntária em algum campo de refugiados na África prá ela entender a vida privilegiada que leva e valorizar o lugar que ocupa. E um banho não faria mal também. Também não gostei – apesar de fã – da Michelle Obama aparecer. Ela tá ficando arroz de festa; assim vira comum, ninguém dá valor. Aí no Brasil não dá prá saber, mas aqui ela tá aparecendo demais: é talk show, é foto em todo lugar, é Oscar. Aliás, eu gostei da franja, só não tô gostando é da super-exposição.

Os homens estavam na sua maioria bem vestidos, meus preferidos foram o Eddie Redmayne, o noivo da Jennifer Aniston e é claro, George. Mais lindo que nunca com cabelos mais compridos e barba. O Ben Affleck tá amadurendo bem, não? E o Daniel Day-Lewis é o máximo. Triste é ver o Jean Louis Trintignant tão velhinho. Ele era um charme. Ainda bem – e o que vou falar agora é feio e deselegante – que o Mastroianni morreu mais moço, prá gente não ver ele acabado. Egoísmo da minha parte, mas fazer o quê…O Tarantino é uma figura, o que era aquela roupa! Mas dá a impressão que ele é aquele tipo que por mais que se arrume sempre parece desarrumado. Tudo bem, é talentoso demais. Outro que me deixou triste foi o Jack Nicholson, envelhecido e desleixado, o paletó era de outra pessoa, sem dúvida. Continua ele mesmo, mas tá precisando de uns cuidados…

Quanto às premiações não tenho queixas, porque cada vez mais acho que assistir filmes e gostar ou não deles é uma experiência tão subjetiva que é difícil julgar quem é melhor. Eu odiei o “The Master”, mas adorei “Les Miserábles”. Gostei de “Argo”, mas também gostei do “Lincoln”. O único prêmio que eu fazia questão era o Daniel Day-Lewis, que sem dúvida foi o melhor. Apesar que Denzel também arrasou. Ano que vem tem mais. Ôba.

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02 2013

I ❤ Les Miserábles!

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Não é racional. É puramente emocional meu amor pelo musical “Les Miserábles”. Vi logo depois que estreou nos anos 80. Eu adorei, comprei a fita cassete (ô velhice) e desde essa época ouço as músicas sempre. Vi de novo nos anos 90, levando os filhos. Ninguém da família é fã como eu. Meu marido aliás não gosta, implica que não está certo fazer um musical sobre a miséria humana. Eu concordo com ele racionalmente, mas o treco me pegou de jeito. Depois da morte da fita cassete comprei vários CDs, da trilha inteira, de consertos comemorativos, enfim, tudo que foi lançado nos quase 30 anos desde que vi “Les Miserábles”. Gosto não se explica, e nem prá mim consigo explicar. Hoje passei tudo pro iTunes e ainda escuto.

Fui ver o filme. Eu gostei, mas já deu prá ver que a minha opinião sobre o assunto não é confiável. Aliás achei perfeito, com a exceção de um detalhe: o cabelo do Hugh Jackman me irritou, achei esquisito. De resto adorei. Mesmo o Russel Crowe, que tá sendo criticado por não ser um grande cantor, achei bom. A voz dele não é o que se espera dele; quando ele abra a boca cantando não sai a voz grossa que se imagina ele tenha, mas uma voz alta demais prá figura dele. Achei ótimo isso deles cantarem direto, ao vivo enquanto filmavam, ao invés de só fingirem com a fita tocando como se faz sempre. A Anne Hataway arrasa, Hugh Jackman ótimo, o Ed Redmayne (que já tinha sido excelente no “My Week with Marilyn”) muito bom. É muito estranho ver um musical com tantos close-ups, sem maquiagem quase, dentes estragados. A magia do teatro, tudo à distância, é substituída pela emoção dos rostos dos atores. Eu adorei.

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O cabelo não tá tão esquisito nessa foto, mas no filme tá estranho.

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Posudo, fica muito bem em uniforme.

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Minha preferida, uma Fantine perfeita.

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Marius, bem aristocrático e romântico.

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Cosette, bobinha como deve ser.

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O casal Thénardier. Gostei mais dele (Sacha Baron Cohen) do que dela (Helena Bonham Carter), mas os dois estão bem.

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03

01 2013

Filmes

Vi muitos filmes essas duas últimas semanas. Aqui está a minha opinião sobre alguns deles.

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Muito ruim. Cheio de clichês. Como essas atrizes aceitam fazer isso não sei. Falta de dinheiro é que não é. E não podem culpar o diretor e a edição, porque é óbvio que o script era ruim. Estória já contada milhares de vezes, e sem a sabedoria dos clássicos que podem ser recontados e ainda assim são profundos.

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Bonito. Diferente. Preferia que tivesse sido feito de maneira menos teatral. Sem truques, só a estória. Os truques roubam a emoção.

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Outro ruim. Cheio de clichês e “ensinamentos” rasos. Sem falar nas atuações, nem o Jeremy Irons se salva. Gente, que filme ruim. Quase parei no meio, mas queria saber se ia ser uma porcaria até o fim ou ia se redimir.

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Bom. Uma história de cidadania e engajamento. Como um grupo de pessoas em Nova York no começo da AIDS se uniu para entender e combater a doença.

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Filme russo. Ótimo. Realista, sério, sem lição de moral fácil.

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Documentário russo. Excelente, engraçado, triste, interessante.

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12 2012

Lincoln

Fui ver o “Lincoln” do Spielberg. Saí reclamando, achando isso, achando aquilo. Não fiquei satisfeita. Aí fui ler umas críticas sobre o filme e descobri que eu é que estava errada. Fui ver o filme esperando – em um momento de burrice – uma história abrangente do final da escravidão nos EUA, da guerra civil americana e do Lincoln. Idiota! Como daria prá colocar tudo isso em um filme? Mal dá prá colocar isso em um livro de 1000 páginas! O que o Spielberg tentou, e conseguiu, foi mostrar como funcionava o processo político americano na segunda metade do século 19. Como o Lincoln teve que fazer prá conseguir que a abolição da escravidão se tornasse uma realidade. E como a guerra civil foi um massacre. É uma pequena fatia da história e o filme mostra bem como aconteceu.

Os atores são absolutamente perfeitos. A cenografia, as roupas, tudo: é daqueles que a gente chega a sentir o cheiro (infelizmente) das pessoas e das ruas. Mas sobre o Daniel Day Lewis nem sei o que falar; só vou dizer que daqui prá frente quando eu pensar no Lincoln é ele que vai vir à minha mente. Impressionante. Não, sério, é impressionante. O cara é o Lincoln. Não sei como o Lincoln andava, mas tenho certeza agora que é como o Daniel Day Lewis anda no filme. Se não levar o Oscar é roubo.

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12 2012

Skyfall

Skyfall é, prá mim e prá muita gente aí pela mídia, o melhor filme do James Bond até hoje. E o Daniel Craig passa de longe até o Sean Connery. Apesar que ele foi o Bond perfeito prá época – anos 60. Hoje temos um Bond mais depressivo, mais complexo e que se machuca mais. Sente dor. Tem emoções. Bond evoluiu! Cresceu! Adoro a Judi Dench como M. Aliás, quero envelhecer como ela, cheia de rugas mas linda. E Javier Bardem como vilão é ótimo. O Bem Whishaw como Q, uma graça. A música da Adele encaixou com perfeição. E ainda vi em um cinema IMAX. Foi uma delícia.

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11 2012

The Skin I’m In/La Piel que Habito

Finalmente vi o último do Almodóvar. Demorei, nem sei porque. Como a maioria das pessoas eu adoro Almodóvar. Ou estou enganada? A maioria das pessoas não adora Almodóvar? Todo mundo com quem já falei sobre ele adora. Vai ver que meu mundo é pequeno e fora da maioria em algumas ou muitas coisas. Pode ser. Deve ser. Voltando ao filme, não é o meu preferido, mas é loucamente interessante e almodovariano. Ou é interessantemente louco e almodovariano. O que mais eu gosto dos filmes dele é que são como livros: a estória vai se desenvolvendo devagar, pedaço por pedaço, até que a gente tá envolvido naquela narrativa e naqueles personagens. Maravilhoso, esse Almodóvar, não só porque faz filmes bons mas porque tem a força e a personalidade de continuar diferente e altamente pessoal em um mundo em que quase ninguém faz isso.

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18

11 2012

Cineminha: James Bond!

Bond!

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11 2012

Flight

Eu sempre achei que hey hey hey Denzel é nosso rei. Ele envelheceu. Não é mais aquele Denzel de parar o trânsito. Mas continua um ator e tanto. E nesse filme ele faz um piloto de avião alcóolatra, e só não vai levar o Oscar porque o Daniel Day-Lewis vai arrasar como Lincoln no filme do Spielberg. Acho que todo mundo conviveu/convive com algum (ou alguns) alcóolatras. É uma das coisas mais tristes, enlouquecedoras, traumatizantes que podem existir; ver aquela pessoa se destruindo, ou em grau menor, ver aquela pessoa em um estado lastimável. É simplesmente horrível. Esse filme mostra muito bem isso tudo. Não sou moralista nem contra o alcóol. Não acredito em escolher a vida que o outro deve levar. Acredito que a vida é confusa, caótica, difícil e que todos temos que ter algo que nos ajude a viver dia a dia, enfrentando tudo, carregando nos ombros tudo o que nos aconteceu desde que nascemos. Traumas, decepções, perdas vão se acumulando e temos que encontrar maneiras de lidar e entender o que acontece e como isso reflete em nós. Prá muita gente essa maneira é o alcóol. E quem sou eu prá julgar? Ninguém. Quem pode dizer que minhas maneiras são piores ou melhores? Ninguém. Mas posso dizer que a doença do alcoolismo é devastadora, e ao contrário de uma doença qualquer (você vai ao médico, açucar tá alto, é diabete, o médico receita o remédio, você toma e pronto: diagnóstico aceito, doença controlada) a pessoa faz de tudo prá negar sua existência. Triste. Mas hey hey hey, Denzel ainda é o nosso rei.

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09

11 2012