Archive for the ‘People’Category

Engraçado demais…

Esse site é muito engraçado. Mostra como as celebridades seriam se fossem pessoas normais ( e levassem vidas normais…), sem plástica, milhões de horas de exercício, os melhores desmatologistas e nuticionistas, etc. E a grana prá ter as melhores roupas e acessórios.

Se a Kate Winslet vivesse no subúrbio de Manchester e trabalhasse num banco ela seria assim?

Interior de Kansas, quem sabe? Ele dirigindo um caminhão e ela bibliotecária da escola?

Contadora? Ou executiva nível médio, morando no subúrbio de Adelaide, na Austrália?

Nossa senhora da aquiropita. Gwyneth, se se chamasse Linda e morasse no Tennessee. Dona de uma loja de armas e fogos de artifício.

As fotos – e outras tão boas quanto – estão aqui: http://visboo.com/If-celebrities-were-ordinary-people.html. As descrições são da minha pura e poderosa imaginação.

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16

07 2010

Lebron

Às vezes tento comprar entrada prá ir ver um jogo de basquete aqui. Nunca tenho coragem, porque são caríssimas. E nós não somos tão interessados assim no assunto prá valer o investimento. Fui uma vez, faz anos, ver o Miami Heat jogar contra o Chicago Bulls, ainda quando o Michael Jordan jogava. O que mais me lembro desse jogo é como a careca do Michael Jordan brilhava, parecia que tinha sido encerada… Agora as entradas vão ficar ainda mais caras; o jogador mais disputado do basquete hoje em dia decidiu vir pro Miami Heat. O nome dele é Lebron James e ele jogava nos Cleveland Cavaliers, que não é um time entre os mais famosos (Lakers, Bulls, Heat, Knicks). Os críticos de esporte tão xingando ele prá burro, porque dizem que ele escoheu o caminho fácil – vindo pro Heat ele certamente vai ganhar um campeonato. O treinador é legendário (Pat Riley) e tem Dwyane Wade e Chris Bosh, dois super jogadores, já no time. Acham que ele deveria ter ficado em Cleveland e ajudado o time de lá a melhorar, deveria ter mostrado lealdade. Ou deveria ter ido pro New York Knicks, um time que raramente ganha mas que tem uma torcida incrível e potencial prá ser campeão. A escolha pelo Heat foi, segundo eles, uma escolha pelo pouco esforço. Um dos críticos chegou a dizer que é um desperdício, porque aqui em Miami não tem nem torcida, porque todo mundo tá muito ocupado com o tempo bom o ano inteiro e não tem interesse por torcer. Não entendo nada de basquete, então não tenho opinião formada sobre o assunto. Mas posso dizer que aqui em Miami o pessoal ficou bem contente. Mesmo com tempo bom o ano todo, pros miamenses o Heat é uma unanimidade.

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09

07 2010

Coitadinho…

Como boa paulistana adorei ver o Maluf na lista de procurados da Interpol. Não que isso vá fazer diferença prá ele, acho que nada abala aquele cara de pau. Mas acabaram as viagens a Paris…Ele tem até apartamento lá. Coitadinho do Maluf…morrer sem rever Paris! Coisa triste. Mas será que o resto da família pode viajar? São todos da mesma laia.
Diz na página da Interpol que ele é procurado por fraude, conspiração e roubos. Não é lindo? E depois querem que a gente confie nos políticos…Não vou por foto dele aqui que só pode dar azar.

19

03 2010

Comentário

Recebi um comentário no post sobre a cientologia, de uma moça chamada Marilu. Não aprovei, porque ela é obviamente adepta da cientologia mas não defende sua escolha de maneira racional. Ela acha que a mídia persegue a cientologia porque não quer que as pessoas “busquem a liberdade espiritual e consicencia desperta proporcionados pela igreja”. E também diz que tem tanta religião no mundo, e que se resolveu perseguir somente a cientologia, que é segundo ela “A UNICA QUE ENTREGA A LIBERDADE ESPIRITUAL PARA O SER HUMANO”, assim em maiúsculas. …Me pergunto em que mundo ela vive. A mídia é a inimiga? A única religião perseguida? Ela também diz que eu devo estudar cientologia, fazer as audições e daí “voce vai se arrepender de cada palavra que proferiu contra o UNICO CONHECIMENTO E TECNOLOGIA CRIADA CAPAZ DE LIBERTAR O HOMEM DA PRISÃO MENTAL E ESPIRITUAL EM QUE SE ENCONTRA”. Acho que ela exemplifica bem o que eu disse sobre a cientologia. Culto e ignorância juntos. Que beleza.

13

03 2010

Judi

Ontem vi uma fotografia da Iris Murdoch. Na hora lembrei do filme “Iris”, no qual a Judi Dench faz a Iris Murdoch descendo no limbo que é Alzheimer. Já vi esse filme algumas vezes; todas as vezes que passo por ele na tv paro e assisto. Ela concorreu ao Oscar por esse filme, em 2001. A Halle Berry ganhou por “Monster’s Ball”, merecidamente. Mas a Judi Dench fez um trabalho extraordinário também. Tem anos em que as premiações de cinema acabam sendo injustas; porque não premiar as duas? Tá certo que tem outros anos em que não tem muita coisa que preste, prá compensar. O olhar que a Judi Dench consegue fazer no “Iris”, aquele olhar vazio, de alguém que está resumido às emoções básicas, é impressionante.

E aí vi ontem também por uma foto recente dela, tão charmosa, estilosa, o rosto expressivo e fiquei mais uma vez impressionada com o talento dela, numa simples foto.

09

03 2010

Nicholas Kristoff

Eu não admiro muita gente. Aliás, são poucas pessoas das quais sou fã. Uma delas é o Nicholas Kristoff, colunista do New York Times. Ele escreve sobre genocídios, guerras, tráfico humano e outros assuntos importantes no mundo de hoje. Já ganhou dois prêmios Pulitzer (o mais importante do jornalismo nos EUA). Ele é o responsável por mostrar ao mundo o genocídio em Darfur. Ele é um cara tranquilo, suave mas que lida com os assuntos mais violentos e desumanos possíveis. Ele tem indepedência no New York Times prá cobrir o que ele escolhe.

Em 2007 ele foi seguido por um cineasta em uma viagem ao Congo e isso resultou em um documentário chamado Repórter. Eu assisti ontem e acho que todo mundo deveria assistir, se puder.

Mostra uma das coisas que ele aprendeu durante todos seus anos de reportagem: as pessoas só se importam com grandes desgraças se elas tiverem um rosto. Não adianta colocar as mais terríveis estatísticas; tem que contar uma história pessoal. Então ele normalmente faz isso. Fala de uma mulher morrendo de fome e infecção em uma zona de guerra, conta a sua história.

E a partir disso mostra como milhões de pessoas tiveram o mesmo destino ou estão sofrendo agora esses mesmos problemas. Ele sempre procura os piores casos, mas não por sensacionalismo. Mas sim porque aprendeu que é a melhor maneira de emocionar seus leitores a ponto deles agirem, saírem da sua imobilidade. O americano médio não tem interesse pelo mundo, não quer saber de nada além do que acontece em sua cidade. Kristoff está tentando mudar isso pelo menos um pouquinho. Um homem admirável.

Ano passado ele e sua mulher, também uma jornalista, lançaram um livro chamado Half the Sky, sobre a opressão sofrida por bilhões de mulheres no mundo. Trata dessa opressão como uma das grandes crises humanitárias de hoje em dia. E mostra o que pode ser feito prá tentar se acabar ou pelo menos aliviar essa crise. Tá aqui na minha estante; depois que eu ler falo mais.

25

02 2010

Tolstoy

Tolstoy, em Yasnaya Polyana, 1908

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21

01 2010

Guerra na tv

Tá acontecendo uma guerra na tv aqui nos EUA.

Aqui a tv é dividida assim:

-os shows da manhã, que misturam notícias e artistas; cada emissora (NBC, CBS, ABC) tem um, que vai das 7 até as 10 ou 11 (não sei bem, nunca assisto)

-a programação da tarde, que é feita de novelas e talk shows como Ellen e Oprah

-o “prime time”, das 8 às 11, com sitcoms e dramas

- “late night”, com os talk shows do David Letterman, Conan O’Brien, etc. Na NBC começa com o Conan às 11:35, passa pro Jimmy Fallon e ainda tem o Carson Daly depois do Fallon. Na CBS tem o David Letterman e depois o Craig Ferguson.

Jay Leno

Conan O’Brien

Antes da guerra…

Jimmy Fallon

Craig Ferguson

Milhões de pessoas assistem a esses shows, principalmente os das 11:35. Eles vem imediatamente após meia-hora de notícias locais.

A uns 2ou 3 anos a NBC avisou que ia trocar o Jay Leno, que comandava o Tonight Show, pelo Conan O’Brien. A troca aconteceu faz uns 7 meses. Mas não sei quem teve a pior idéia que eu já vi em tv: colocar o Jay Leno às 10 horas, com um programa de uma hora, igual ou pelo menos muito parecido com o que ele fazia uma hora e meia mais tarde. Eu vi 10 minutos e achei horrível; me lembrou da tv nos anos 60. Uma coisa antiga, mofada. Mas prá NBC é barato fazer um show assim, muito mais barato que produzir 5 dramas por semana, cada um custando quase quanto um filme.

Agora as afiliadas da NBC no país inteiro pressionaram pro Leno ser cancelado. Ninguém tava assistindo. E ele foi. Mas a NBC aí pisou na bola mais uma vez: queria colocar ele prá fazer um show de meia hora às 11:35, seguido pelo Conan às 12:05 e pelo Fallon à 1:05. Conan se recusou. Agora resta saber se Leno vai voltar pro horário anterior das 11:35. Eu gostaria que ele também se recusasse. Aí a NBC ia ter um problemão. É inacreditávem que executivos que são regiamente pagos prá dirigirem um canal de tv façam tanta bobagem. Aí pensei o seguinte: a gente sabe disso tudo porque tv é um negócio praticamente público, ela se desenrola na nossa frente. Mas as outras empresas, as que fazem ferramentas ou móveis ou biscoitos, será que não fazem bobagens assim também? Só que não ficamos sabendo, porque não estão no olhar público?

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13

01 2010

A Maravilha do Photoshop

30

12 2009

Marcello

Só porque fui ver Nine, que é baseado no 8 1/2 do Fellini, e fiquei com saudade de Marcello.

29

12 2009